Mas a minha crítica não é sobre isso. Resolvi voltar a esse assunto, já tão discutido, porque estudantes e inclusive arquitetos brasilienses - que passam pela ponte ao menos 2x por dia - não sabem, ou não querem acreditar, que os arcos da belíssima, magnífica e (in)igualável ponte JK não têm função estrutural alguma. Para que eles segurassem alguma coisa, seria necessário que estivessem prontos antes do tabuleiro, o que, embasbaquem-se: não ocorreu. Se a ordem da construção é inversa, de que servem os tão fascinantes arcos? A parte mais pesada sustenta-se por si só, então não era preciso gastar tantos mihões...
Explicando a expressão (in)igualável que usei acima, conto um segredo: nossa escultura utilitária é idêntica à passarela de Nagoya no Japão e a coincidência é TAMANHA, que as 2 tem exatamente 180 graus de diferença longitudinal.
Tenham um bom dia e uma boa semana.
Nagoya
Brasília.



